domingo, 11 de julho de 2010

Agora Bruno veste um novo uniforme...

Incompatibilidade comportamental ou efeito residual de uma vida inteira criado sem valores morais?

O que aconteceu com o ex-goleiro do Flamengo?

Um cara que ganhava R$ 200 mil por mês não poderia pagar 5 mil de pensão para seu próprio filho?

Ok, não queria pagar, então que fizesse a coisa certa e transasse com essas vagabundas usando preservativo.

As orgias entre os jogadores de futebol e as marias-chuteiras nunca foram novidade, mas este caso hediondo teve tanta repercussão que conseguiu ofuscar o maior momento do esporte no mundo: a Copa.

Eu não sei quem era Elisa, não me interessa, mas acordar 7 da manha pra trabalhar nenhuma mulher nesse perfil quer, certo? Do eletricista é que ela não ficaria grávida, né?!

Obvio que ninguém merece essa morte, mas porque mergulhar nesse cenário de intensa e tórrida baixaria? Tanto ele como ela buscaram pelo desfecho dessa trama rocambolesca.
Freqüentavam lugares mal afamados e rezavam a cartilha da santíssima trindade do hedonismo: sexo, drogas e pagode. Depois reclamam do resultado...

Sinceramente, não entendo.

Eu não acho que o mandante do crime tenha menos culpa no cartório que o executor. Agora, atrás das grades, quem sabe Bruno se lembre que a dignidade pessoal é um grande patrimônio.

Que mundo é esse? Esquartejar uma pessoa e jogar partes do seu corpo para cachorros violentos e famintos. Uma pessoa dessas não pode conviver em sociedade. É impossível acreditar que o cárcere vá corrigir este cara. Eu olho pra cara dele na TV e vejo uma mistura de frieza e tranqüilidade.

Não acho que ele seja um psicopata, acho que ele sempre soube o que estava fazendo, afinal, como ele declarou outro dia em defesa de Adriano, “qual casal nunca saiu na mão”, então eu digo: Eu e os namorados que eu já tive. Meu pai e minha mãe. Minha irmã e o namorado e por aí vai.

Pessoas de respeito não precisam se agredir física nem verbalmente para chegar a um acordo. Uma mulher que admite tomar uns tapas também não conserva vergonha na cara, alias é isso que tá faltando no mundo.

A descaração é tanta, que até a mulher do goleiro sabia que ele teve um caso extraconjugal e achava isso normal. Fácil: acabe com sua amante e voltamos a viver felizes para sempre!

É assim que eles se libertam dos males que os assombram.

Talvez Bruno já tenha assassinado outras amantes, talvez não, mas, fato é que pra ele isso não é algo assim tão apavorante.

Isso deixa exposto a perda dos valores éticos.

3 comentários:

  1. Eu só consigo chegar a uma conclusão: TODOS, sem exceção, pagam pela falta de estrutura familiar. A Eliza, modelo e atriz de filme pornô tbm não é flor que se cheire. E o goleiro sem noção, é um louco, deslumbrado, psicótico que não consegue assumir as merdas que faz. Cada um teve o final merecido pra si. A amante, a mulher, o marido e as más companhias.
    E agora o pior é saber que o neném irá continuar neste ciclo e crescerá ouvindo histórias do crime, podendo até se revoltar contra todos e acabar num triste fim como o pai ou a mãe.

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  2. Essa história começou e terminou da mesma forma: com Eliza sendo comida. hahahahahahahah

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  3. Alguém lembra do Pimenta? Aquele diretor do Estadão que matou a namorada e saiu impune? Daqui a pouco aparece outro Bruno e ninguém vai lembrar desse. Triste.

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